quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Não tenho falado de ti
ultimamente. Sintomático? Não sei. Sei que sempre tivemos os nossos demasiados altos e baixos. Sei que tu tens... fases. Sei que te amo. Não sei porquê.

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posted by Papoila at 23:29 | Permalink | 3 comments
terça-feira, 15 de maio de 2007
A quantidade de lágrimas
que consigo derramar nestas alturas é directamente proporcional à quantidade de gasolina que gasto.

Agora, para além de chorar por ti desespero pelo final do mês...

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posted by Papoila at 22:10 | Permalink | 0 comments
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Portanto a modos que
não me apetece falar muito sobre isso.

Apenas que não sei se foi ou não. Por vezes existem acontecimentos nas nossas vidas que só compreendemos se fazem alguma diferença ou não passado algum tempo, e vou deixar o tempo falar por si.

De qualquer das formas, depois da pior noite (6ª feira) dos últimos tempos (meses? anos?), em que a angústia foi quase quase insuportável e a espera desesperante até quase ao limite (ainda não sei como consegui ultrapassar aqueles sentimentos destrutivos, e uma certeza retirei: não quero voltar a sentir o mesmo, nunca mais!), um fim-de-semana bom, muito bom: de conversa, de choro, de lavagem de alma, de reencontro, de afastamento de medos.

Obrigada por (ainda) me compreenderes e aceitares.

Já te disse que te amo?

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posted by Papoila at 10:51 | Permalink | 4 comments
quinta-feira, 29 de março de 2007
Não sei porquê
(ou até sei), mas quer-me cá parecer que amanhã vai ser o primeiro dia do resto da minha vida...

A ver vamos.

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posted by Papoila at 10:32 | Permalink | 7 comments
terça-feira, 27 de março de 2007
E como é que sabemos
se gostamos mesmo daquela pessoa, ou se apenas gostamos de... gostar?

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posted by Papoila at 20:39 | Permalink | 5 comments
quarta-feira, 7 de março de 2007
Acho que estás para mim
como a droga está para os agarrados: quando decidem fazer curas, vão lá para os centros e depois convém que não voltem para o seu "habitat natural", não é?
Comigo é o mesmo. Um dia que as coisas acabem (como acabar, se não chegou a começar? :)) vou ter que sair daqui. Não sei como, mas vou. Pelo menos por uns tempos. Sei lá, tiro um mês de férias seguido e com o prémio vou para algum lado. Mas aqui? Tudo me faz lembrar de ti. Todos os caminhos que eu faço diariamente, todos os amigos, todos os carros pretos, todas as motas, todas as casas à venda me remetem para ti...
Por isso o melhor é começar já a juntar o pé-de-meia, porque não vai ser fácil...

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posted by Papoila at 15:12 | Permalink | 6 comments
quinta-feira, 1 de março de 2007
Isto sou eu hoje,
sem complexos, sem medo de ser mal interpretada, sem pudores.

Porque a escrita serve também para nos exorcizarmos, para nos pôr a pensar sobre aquilo que nos angustia e nos atemoriza.

Sabes o que é? É o querer ter uma certeza que nunca vou ter. É o medo de te perder mais do que de me perder a mim própria. És tu na minha vida mais do que qualquer outra coisa. E isso não é saudável. E eu sei que não, mas isso sou eu... É uma ansiedade contínua, sem interrupções, ou só interrompida nos momentos em que me abraças e me dizes que gostas de mim ou nas noites em que dormimos juntos. Depois disso, volta o sentimento que me consome por dentro, que não me deixa amar-te sem medo. Isso existe, o amor sem medo? Existe alguém que ame e não sinta medo, numa altura ou noutra? Medo do depois, medo do que está para vir, medo da perda.

Todos os dias faço um esforço para não te ligar só por ligar. Todos os dias eu penso para mim mesma no que faria, na volta que daria à minha vida se tu chegasses ao pé de mim e me dissesses "encontrei outra pessoa por quem me apaixonei". Parece que tenho que pensar nessas alternativas para manter um certo equilíbrio dentro de mim, mas afinal de contas é essa mesma introspecção que me não me deixa ser feliz com aquilo que tenho...

Medo.

Medo.

Medo.

Porquê que eu sou assim quando tu me garantes que "são só filmes"? Porque sei que essa possibilidade existe e eu não posso fazer nada quanto a isso...

Queria que tu me prometesses "vou ficar contigo para SEMPRE" e houvesse uma lei cósmica que não te permitisse não cumprir essa promessa.

O facto é que eu não sei viver sem ser contigo e não sei como vai ser se um dia nos separarmos...

E isto ao fim de 6 (seis!) anos.

Porra, pá!

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posted by Papoila at 11:28 | Permalink | 5 comments
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
Ao mesmo tempo
existe uma energia que flui entre nós, de mim para ti e de ti para mim, aquela mesma que me faz ficar em baixo quando tu estás em baixo e que me faz, como ontem, sentir "algo não está bem" e este algo era, tão simplesmente, estarmos os dois no sofá, sentados naquela inclinação em que eu estou para o lado contrário ao teu, sabes?, e depois mudei de posição e tudo ficou outra vez bem...

Amo-te tanto, caramba...

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posted by Papoila at 11:32 | Permalink | 2 comments
Tu sabes
que te amo, só podes saber! Mas também tens que saber que às vezes me magoas, que às vezes me dás vontade de desistir, de sofrer tudo de uma só vez! É o quê? A certeza do meu amor? O saberes que nunca vou deixar de te amar? Posso não deixar de te amar, podes nunca sair de dentro do meu coração, da minha alma, do meu ser, mas posso desistir! Embora não o queira, acredito que possuo uma força interior sobrenatural que, mesmo fazendo-me sofrer horrores, me faça atirar tudo ao ar...

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posted by Papoila at 11:21 | Permalink | 0 comments
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
Quisera eu amar-te
como quem navega ao sabor do vento num mar de tranquilidade. Um amor calmo, pacífico e sereno. Sem grandes ondas, percebes? Sem aquela angústia que caracteriza os tempos de paixão inicial, sem o medo constante de te perder, de deixares de fazer parte de mim e eu de ti. Em vez disso, amo-te como a pequena chata que luta furiosamente contra as ondas para se manter à superfície, para não se afundar nem ser levada para longe. Amo-te com todas as minhas forças, todos os dias, todas as horas. Amo-te quando vou dormir e amo-te quando acordo. Amo-te com medo e com fúria, com mais pimenta que sal.
Amo-te tanto que me assusta, por não saber por que caminho este sentir me poderá levar...

Quisera eu amar-te assim e saber que me amas da mesma forma.

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posted by Papoila at 10:31 | Permalink | 3 comments
quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Sou só eu
ou às outras pessoas também dá vontade de adormecer e nunca mais acordar quando uma relação parece estar a acabar?
:(

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posted by Papoila at 09:24 | Permalink | 8 comments
terça-feira, 5 de dezembro de 2006
Para ti, meu Amor
Com os devidos ajustamentos de género, obviamente, mas esta é uma letra muito especial e que me diz muito. Como muitas outras deste senhor...

Cupid

How many times must we go through this
You've always been mine, woman i thought you knew this
How many times must we go through this
You'll always be mine, cupid only misses sometimes

But we could end up broken hearted
If we dont remember why all this started
And if they try to tell you love fades with time
Tell them there's no such thing as time
It's our time
(Jack Johnson)

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posted by Papoila at 14:17 | Permalink | 0 comments